Posso sim afirmar que o amo.
Porque não o faria?
Eu o amo.
Como acredito ser o amor.
O amo pelo "novo semblante".
Pelo "encanto inesperado".
Por ser o "essencial presente".
Por conseguir me deixar "linda, em qualquer circunstancia, mesmo quando acho que estou com o cabelo desarrumado".
Por achar que “a lógica fosse ter-me ao alcance do seu beijo sempre”.
Pela surpresa com gestos simples de uma primeira visita não programada.
Pelo tempo da gente para construir algo definitivo.
O amo por acreditar em você e na sua capacidade de me ajudar a crescer.
Por ter “mágoas da vida”.
Por “antes de desnudar meu corpo, desnudar minha alma”.
Pelo “cuidado para não virar sexo”.
Pelo novo vocativo.
Por gostar da minha escrita.
Por me falar de amor.
Por deixar que eu te de dias perfeitos.
Pelas escolhas que faz.
Pelo “cuidado, zelo que temos um pelo outro”.
Por sentir minha falta onde nunca estive.
Pela paciência nas minhas fases.
O amo por sinalizar meus erros.
Pela preocupação.
Pelo trabalho para que me respeitem.
Pela importância que minha família tem, que eu tenho.
Por sempre ter sido assim.
segunda-feira, 30 de junho de 2008
domingo, 29 de junho de 2008
As bobagens que saem dessa minha cabecinha...
"Nada é feito por alguém. Tudo é de forma egoísta. Não existe "anulação". Existem justificativas. Esconde-se em máscaras para se proteger. Mudanças são passos dolorosos. Os gritos de dor não vem de fora, vem de dentro, vem de cada um. Cada um busca a dor que quer sentir. Ninguém tem culpa. Nada é feito por alguém. Nenhuma dor vem de fora, vem do que se busca. ""Sim, colhe-se o que plantou. Dor, alegria. Uma opção. Você plantou alegria? Algrias colherás. Você plantou dor? Dor verás. Questione-se. Estás disposto a colher exatamente o que plantou? O resultado não é vingança, é consequência. Não há culpados, há causadores. Cada um responsável por si. "
"Entre ilusões, descobertas, alegrias, tristeza, dores, saudades. Sim, apenas o fim."
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